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Campo Grande,02/04/2026

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Eduardo Bolsonaro será interrogado por videoconferência em ação penal no STF no dia 14 de abril


Eduardo Bolsonaro será interrogado por videoconferência em ação penal no STF no dia 14 de abril Ex-deputado, atualmente nos EUA, terá defesa da DPU após não indicar advogado; participação não é obrigatória.

O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), marcou para o dia 14 de abril o interrogatório do ex-deputado federal Eduardo Bolsonaro (PL-SP) na ação penal em que ele é acusado de coação no curso do processo.

Desde o ano passado, Eduardo, filho do ex-presidente Jair Bolsonaro, vive nos Estados Unidos e perdeu o mandato de parlamentar por ter faltado às sessões da Câmara dos Deputados.

Segundo a decisão do ministro, o interrogatório será realizado por videoconferência. O ex-deputado não é obrigado a participar da audiência.

Antes de marcar o depoimento, Moraes determinou a notificação de Eduardo por edital, mas ele não foi localizado nem indicou advogado particular. Diante disso, o ministro autorizou que a defesa seja feita pela Defensoria Pública da União (DPU).

Em novembro do ano passado, por unanimidade, o STF aceitou a denúncia da Procuradoria-Geral da República (PGR) no inquérito que apurou a atuação do ex-parlamentar junto ao governo dos Estados Unidos para promover a imposição de tarifas contra as exportações brasileiras e a suspensão de vistos de ministros do governo federal.

No final de 2025, a Mesa Diretora da Câmara dos Deputados decidiu cassar o mandato dele. A decisão foi tomada após Eduardo deixar de comparecer a um terço do total de sessões deliberativas da Câmara, conforme prevê a Constituição. O filho de Bolsonaro faltou a 56 das 71 sessões realizadas em 2025, o equivalente a 79% do total.




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