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Campo Grande,25/03/2026

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Defesa de Bernal alega legítima defesa e diz que ex-prefeito acionou socorro após disparos

Advogado afirma que cliente agiu para se proteger de invasores e que não tinha conhecimento da morte da vítima


Defesa de Bernal alega legítima defesa e diz que ex-prefeito acionou socorro após disparos Segundo Meza, Bernal agiu em legítima defesa ao se deparar com pessoas dentro do imóvel onde reside.

A defesa do ex-prefeito de Campo Grande, Alcides Bernal, afirmou nesta quarta-feira (25) que ele acionou o Corpo de Bombeiros logo após efetuar os disparos contra Roberto Carlos Mazzini, de 61 anos. A informação foi dada pelo advogado Oswaldo Meza momentos antes da audiência de custódia, realizada no Fórum de Campo Grande.

“O doutor Bernal chamou o Corpo de Bombeiros para atender. Não sabia que a pessoa veio a óbito”, declarou Meza, destacando que os tiros foram disparados “na linha da cintura”, o que, segundo ele, indica que Bernal “não atirou para matar”.

De acordo com o advogado, o ex-prefeito agiu em legítima defesa ao se deparar com invasores dentro do imóvel onde reside. “Ele foi surpreendido por três indivíduos que invadiram a sua residência. Um deles partiu para cima e ele, com a sua arma, devidamente registrada, efetuou dois disparos”, afirmou.

Meza sustentou ainda que o imóvel permanecia sob posse de Bernal e que não havia autorização judicial para a entrada de terceiros no local. “O processo ainda estava sendo discutido, o Bernal ainda estava na posse, ainda está na posse da casa. É uma ação da Caixa, ele estava discutindo a purgação da mora, não havia oficial de Justiça, nem mandado de imissão na posse. Então, realmente foi invadido”.

O advogado acrescentou que Bernal não sabia quem eram as pessoas que entraram no imóvel. “Supostamente tinha uma pessoa que diz que era chaveiro, mas o boletim de ocorrência aponta que se trata de um servidor aposentado do Tribunal de Contas, o filho dele era um GCM, provavelmente uma pessoa que talvez estaria no local, segundo o depoimento do Dr.”






A versão apresentada pela defesa contrasta com o boletim de ocorrência, que registra a presença de apenas duas pessoas no local: a vítima e um chaveiro. “Segundo o depoimento do doutor, eram três indivíduos, mas isso ainda será esclarecido pela polícia”, disse.




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